Império, Tradição, Soberania, Capitalismo

Autor: Alain de BenoistImpério, Tradição, Soberania, Capitalismo

Título: “Império, Tradição, Soberania, Capitalismo”

Nº páginas: 102 | Formato: 150x210mm

ISBN: 9781659773163

Preço: 10 €

Este livro que ora apresentamos ao leitor é composto por quatro textos de temas diferentes, mas que se interligam, inter-relacionam, e cuja disposição aqui apresentada respeita uma sequência lógica, com vista à compreensão de quatro conceitos tão essenciais para se compreender as grandes ameaças da actualidade aos povos que lutam pela sua independência, autonomia, soberania ― e por que não dizê-lo ― pelo direito a serem “diferentes”, ou dito por outras palavras, a poderem ser univocamente identificados no leque diversificado de culturas do mundo.

A própria capa tem uma sequência lógica, em sintonia com os próprios textos.

Mais um livro para ter, para ler, e para reler. Com a habitual qualidade Contra-Corrente!

Edição limitada a 80 exemplares e numerada à mão.

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A Grande Substituição

Autor: Brenton Tarrant

Título: “A Grande Substituição”

Nº páginas: 134 | Formato: 152x229mm

ISBN: 9781710342185

Preço: 10 €

Até ao dia 15 de março de 2019, Brenton Tarrant era um ilustre desconhecido. O que é que alterou esse estado da situação? Um ataque classificado de “terrorista” na cidade neozelandesa de Christchurch, perpetrado pelo tal desconhecido, o tal Brenton Tarrant, um australiano de 28 anos de idade.

Os ataques à mesquita Al Noor e ao Centro Islâmico de Linwood saldaram-se em 51 muçulmanos mortos e várias dezenas de feridos. Os mais diversos líderes mundiais apressaram-se a condenar o ataque e os meios de comunicação dominantes — dominantes e dominados pelas elites do poder — procuraram uma justificação simples e primária, de teor conspiracionista, que desse todas as respostas sobre o atentado perpetrado. A “extrema-direita”, esse “saco de gatos” onde se coloca tudo o que, de forma mais ou menos evidente, se opõe à invasão imigrante descontrolada e critica os atentados ao núcleo familiar e à identidade autóctone, estava por detrás do “vil ataque”.

Mas quais foram as reais motivações de Brenton Tarrant para este ataque? Qual era o seu pensamento? Qual o seu percurso de vida?

Previamente aos ataques redigiu um manifesto onde, em forma de pergunta/resposta, explica quem é e o que o motivou a executar os atentados. No dia estabelecido para encetar a acção, Tarrant publicou o dito manifesto na rede social FaceBook e apetrechou-se de material audiovisual para filmar o seu feito, que transmitiu em directo através da mencionada rede social — o que motivou nos dias que se seguiram uma chuva de críticas à dita rede social, pelas “amplas liberdades” concedidas…

A comunicação social, essa, ocultou o essencial, e o fundamental. Não foi disponibilizado ao grande público, na íntegra, o manifesto de Brenton Tarrant. A acção levada a cabo foi apresentada como um acto tresloucado, insano, de uma pessoa perturbada e de escassa capacidade crítica, sem capacidade reflexiva, desprovida de empatia para com o próximo, cruel e insensível.

Os interessados e avençados do mundialismo reinante discorreram e desdobraram-se em análises psicossociais e cogitações sobre as licenças de porte de arma, sobre o efeito dos videojogos e a banalização/dependência das redes sociais, como se fosse nestes factores que reside o verdadeiro problema.

Nós, na Contra-Corrente, sem receios e sem interesses obscuros, procurando apenas a verdade dos factos e fazendo-o sem preconceitos ou julgamentos simplistas (e simplórios), julgamos ser da maior conveniência, sob uma perspectiva histórica e de interesse para a compreensão da nossa sociedade actual, estarmos munidos dos elementos suficientes para sermos capazes de responder a estas duas questões:

  1. Brenton Tarrant era um louco, desequilibrado; ou havia uma linha de pensamento crítico, estruturado e fundamentado que impulsionou aquela acção?
  2. As razões que estiveram por detrás da acção perpetrada por Brenton Tarrant são ou não prejudiciais aos povos europeus; e se o são, o que poderemos fazer para evitar que outras acções (reacções?) como esta de Tarrant tenham justificação para o ser, no futuro?

Fazendo jus ao princípio que sempre norteou a existência deste projecto editorial, acreditamos que as pessoas têm direito a conhecer todos os factos que envolvem este caso, o que neste caso concreto, significa conhecer, na íntegra e sem filtros, o manifesto de Brenton Tarrant, e a partir daí, em consciência e com sentido crítico, cada leitor retirará as suas próprias conclusões, disfrutando da plena liberdade de expressão, informação, reflexão e opinão, garantidos ao abrigo do artigo 37º da Constituição Portuguesa.

Para mais fácil enquadramento, enriquecemos este manifesto com algumas notas explicativas.

Deixemos bem claro o seguinte: condenamos veementemente a eliminação física de outros seres humanos, e condenamos veementemente a acção de Brenton Tarrant, bem como qualquer referência neste manfesto a soluções desse teor. Mas não somos ingénuos ao ponto de pensar que, nos próximos anos, não possam surgir outros casos semelhantes. Com todos os ataques perpetrados, quase diariamente, por alógenos em território europeu — contra os próprios europeus — não seria de esperar, mais cedo ou mais tarde, uma reacção, seja ela em pequena ou grande escala?

Este é um livro perigoso. Ousemos conhecê-lo!

 

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Orientações

Autor: Julius Evola

Título: “Orientações”

Nº páginas: 76 | livro de bolso

ISBN: 9781710341454

Preço: 5 €

Originalmente publicado em 1950, Orientações surge como um manifesto dedicado àqueles que, após a derrota do Fascismo, no campo militar, procuravam reorganizar-se em torno de organizações políticas como o MSI, e que enfrentavam, além da dura repressão estatal, uma necessária readaptação político-ideológica face à nova conjuntura italiana e, também, global,(…) e com Orientações Evola propõe aos jovens da Direita Tradicional, principais destinatários do texto, uma senda árdua, uma doutrina rigorosa, uma visão geral da vida, assente nos valores da Hierarquia, da Autoridade e da Ordem.Orientações afigura-se, assim, como um genuíno manual para uma elite guerreira, fiel aos valores da Honra e do Dever, disposta a dar combate às forças da decadência niveladora do mundo moderno. Julius Evola rejeita, deste modo, qualquer apelo às massas, apostando, em sentido inverso, numa minoria resoluta portadora da ideia de regeneração, uma aristocracia espiritual que ainda se mantêm de pé num mundo em ruínas.

Edição enriquecida com prefácio de João Martins e um extraordinário texto de Alain de Benoist sobre Julius Evola.

Limitado a 80 exemplares numerados à mão.

 

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Histórias e Segredos de Moçambique (1973-1975)

Autor: Nuno Alves Caetano

Título: “Histórias e segredos de Moçambique (1973-1975)”

Nº páginas: 186 | Formato: 152x229mm

ISBN: 9781703127799

Preço: 12 €

Depois de títulos como “Refugiados de Moçambique”, “Refugiados de Angola” ou “Prisioneiros de Caxias – 28 de Setembro de 1974”, Nuno Alves Caetano apresenta-nos este “Histórias e Segredos de Moçambique (1973-1975)”, uma colectânea de episódios ocorridos em Moçambique, demonstrativos do clima que se viveu nesse período, relatando factos até agora desconhecidos e trazendo à memória outros anteriormente já divulgados, muitas vezes acrescentando novos pormenores importantes para um dia se poder fazer a verdadeira História – com factos, não com ideologia.

Este livro oferece-nos ainda, no final, um importante acervo de imagens alusivo às estórias que farão História.

Edição limitada a 80 exemplares numerados à mão.

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A Ideia Juche sob a perspectiva nacional-identitária

Autor: João Franco

Título: “A Ideia Juche sob a perspectiva nacional-identitária”

Nº páginas: 172 | Formato: 150x210mm

ISBN: 9781695883468

Preço: 12 €

“O Juche foi a ideologia estabelecida por Kim Il-sung, partindo do marxismo-leninismo, do qual se foi lentamente afastando. A teoria teve repercussões em muitos outros países, com conferências, grupos de estudo e seminários, pois o Juche, alegadamente, pode ser aplicado a qualquer país. Os três princípios fundamentais da doutrina Juche são a independência política, a auto-sustentação económica e a autonomia na defesa.

O regime norte-coreano chegou a ser visto por alguns como um regime estalinista na forma, mas nacionalista no conteúdo. Seria uma manifestação de patriotismo social, uma ideia abraçada por muitos social-democratas a partir da época da Primeira Guerra Mundial.

O próprio Kim Jong-Il declarou o marxismo-leninismo como uma doutrina obsoleta que deveria ser substituída pelo Kimilsunguismo. Mais tarde, com a morte deste a doutrina passou a ser o Kimilsunguismo/Kimjonguilismo.

Em muitos aspectos, a adopção do Juche marcou o início do afastamento do marxismo em direcção ao nacionalismo.

O regime norte-coreano dotado de capacidades camaleónicas, sempre teve influências dos colonizadores japoneses e uma visão nacionalista em relação à Nação coreana, adoptou o marxismo-leninismo face às realidades do mundo no pós-Segunda Guerra Mundial, mas descartou-se dele assim que foi necessário, como já a República Popular da China tinha começado a fazer pouco antes. Hoje, é um regime nacionalista e militarista, apostado sobretudo na sua sobrevivência, mas que ainda não desistiu de conseguir a reunificação da península coreana, o que provavelmente só acontecerá quando os EUA estiverem num momento de fraqueza conjuntural ou mesmo estrutural, dado que nada dura para sempre. Ao contrário de vermos a Coreia do Norte como um inimigo, podemos vê-la como um aliado no combate à globalização e ao liberalismo, mesmo que tenhamos visões parcialmente diferentes quanto ao mundo a construir no futuro.”

Esta obra divide-se em duas partes: 1) “Identidade, Socialismo e Autarquia”, onde João Franco faz o enquadramento histórico da nação norte-coreana, a análise político-ideológica e social, bem como o posicionamento geopolítico; 2) tradução integral de “Sobre a Ideia Juche” de Kim Jong-Il, com comentários de João Franco.

Edição limitada a 80 exemplares e numerada à mão.

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Igualitarismo – Revolta Contra a Natureza

Autor: Murrray N. Rothbard

Título: “Igualitarismo – Revolta Contra a Natureza”

Nº páginas: 58 | livro de bolso

ISBN: 9781686319150

Preço: 5 €

Agora que em Portugal se discutem as “Quotas” nas mais diversas áreas, a Contra-Corrente lança este livro imprescindível para esse combate, por forma a municiar o leitor dos argumentos necessários para contrapor as “certezas” dos igualitaristas. O autor rebate, com precisão, ética, rigor científico, sequência lógica, exemplos práticos e factos concretos, todos os princípios, argumentos e julgamentos erguidos pelos igualitaristas que, por cegueira ideológica, tentam impor os seus “devaneios sociais” ao resto da população. O autor vai desconstruindo, passo a passo, todos os alicerces e fundações dos utópicos, derrubando por completo a sua torre de marfim.

Murray Newton Rothbard foi um economista heterodoxo norte-americano da Escola Austríaca, historiador e filósofo político que ajudou a definir o conceito moderno de libertarianismo e fundou uma vertente de anarquismo baseada no livre mercado, denominada “anarcocapitalismo”. Figura central no movimento libertário americano do século XX, escreveu mais de vinte livros sobre teoria política, revisionismo histórico, economia e outros assuntos.

Rothbard afirmou que todos os serviços prestados pelo “sistema de monopólio do estado corporativo” poderiam ser fornecidos de forma mais eficiente pelo sector privado e escreveu que o estado é “a organização do roubo sistematizado e em larga escala”. Defendia uma “visão ampla” da economia, que não só recusava dissociar esta disciplina de outras, como fazia uso dela para melhor compreensão das demais, como por exemplo, a biologia e as teorias sociais. Este pequeno livro é um soberbo exemplo dessa prática.

Edição limitada a 80 exemplares e numerada à mão.

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Plus Ultra #5

Autor: V/A

Título: “Plus Ultra” #5

Nº páginas: 88

ISBN: 9781078492881

Preço: 5 €

O combate cultural desprendido da acção política é estéril, tal como a actividade política sem o combate cultural se revela inócua”, sentenciou Guillaume Faye e não podemos concordar mais com o recém-falecido ideólogo gaulês, a quem dedicamos esta edição. Neste número a revista conhece uma inovação gráfica, simultaneamente mais sóbria e marcial, mantendo, contudo, uma linha editorial sem concessões ao intelectualismo infecundo ou a impulsos carentes da necessária reflexão, mas sempre apostada em apontar pistas, ideias e alternativas, a um público militante, que, desde o primeiro número, apoiou este projecto, único no nosso país, e fez da PLUS ULTRA o veículo privilegiado do pensamento identitário e nacionalista luso. Seguros estamos que esta edição despertará emoções e provocará reacções, mas mal seria se assim não fosse, na medida em que esta publicação se quer irreverente e dissidente, iconoclasta e inconformista, provocadora e inimiga do diletantismo imperante (e inoperante) na área nacional, bem como, declaradamente e militantemente contrária à ordem estabelecida.

LINHA DA FRENTE:
– “Morreu Guillaume Faye! Viva Guillaume Faye!”, João Martins
– “O princípio da autoridade e da organização política”, Ernesto Milá

CRÓNICAS DA COLONIZAÇÃO DA EUROPA:
– “Dez lições de etnopolítica”, Guillaume Faye

ARS ET LABOR:
– “Sergei Eisenstein: o cineasta vermelho”, Rui Amiguinho

– Recensão: “A verdadeira história do Clube Bilderberg”, Alberto Lima
– Recensão: “O Genocídio ocultado – Investigação histórica sobre o tráfico negreiro Árabo-muçulmano”, Rui Amiguinho
– Recensão: “O Governo Bilderberg – Do Estado Novo aos nossos dias”, Alberto Lima
– Recensão: “História Gráfica de la Falange”, Francisco Pereira

EM FOCO:
-“Brenton Tarrant e o Massacre de Christchurch explicado por Guillaume Faye”, Martim Albuquerque

PASSADO PRESENTE:
– “Procuremos lançar a âncora na vida real”, Maurice Bardéche

VIVA VOZ:
Raphael Machado

TRINCHEIRA DO ACTIVISTA:
– “Uma batalha: duas frentes”, Memento Mori

 

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